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5 artigos mais acessados em julho 5 artigos mais acessados em julho
A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de julho! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção... 5 artigos mais acessados em julho

A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de julho! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção de nossos leitores.

Agradecemos a comunidade de pesquisadores e profissionais atuantes que fazem da nossa revista uma referência para as áreas de Medicina Veterinária e Zootecnia.


Erliquiose canina: Relato de caso

canino, hemoparasitoses, infecção, rhipicephalus sanguineus

“A erliquiose é uma doença muito comum na clínica de pequenos animais, a mesma é causada pela bactéria gram-negativa Erliquia canis, transmitida pelo carrapato Rhipicephalus sanguineus, que provoca graves sinais clínicos podendo levar o animal á óbito. Durante atendimento no Hospital Veterinário Universitário da Universidade Federal do Piauí (UFPI), foi atendido um cão com 3 meses de idade, da raça dálmata, apresentando anorexia, apatia e fraqueza. Ao exame clínico, constatou-se que o animal apresentava-se desidratado, mucosas ocular e oral pálidas, petéquias em toda região ventral, ixodidiose e linfonodos submandibulares, pré-escapulares e poplíteos aumentados de tamanho. Para confirmação do diagnóstico, foi realizado hemograma, bioquímico e parasitológico para pesquisa de hematozoário (esfregaços) que resultou em alterações nas séries vermelha e branca, plaquetas gigantes, abaixo dos valores de referência, além da visualização de Erliquia canis parasitando hemácias. Como tratamento foi instituido doxiciclina, vitamina B1, cloridrato de levamisol, silimarina, sarolaner e vitamina C. O tratamento foi eficaz e o animal se recuperou”.

Autores: Ritamária de Sá, Isael de Sousa Sá, Laíze Falcão De Almeida, Gabrielle da Silva Miranda, Joaquim Bezerra Gomes, Alan Rodrigo Sousa Soares Santos, Karolynne de Freitas Martins e Silva, Morgana Santos Araújo, Antonio Francisco da Silva Lisboa Neto, José Carlos Ferreira Silva, Marcos Antônio Lemos Oliveira, Felicianna Clara Fonseca Machado, Antônio Augusto Nascimento Machado Júnior, Manoel Lopes da Silva Filho 


Tratamento com Terapia Neural em cão com sequela de cinomose: Relato de caso

cinomose canina, procaína, sequelas, terapia neural

“A Terapia Neural (TN) é uma forma de tratamento que consiste na utilização de anestésicos locais em baixas concentrações em diversas áreas corporais do paciente, escolhidas pelo histórico de vida do mesmo. Os estudos precursores do tratamento com Terapia Neural foram iniciados em 1905 com a descoberta do primeiro anestésico sintético, a procaína. Pavlov, Speransky e os irmãos Huneke foram os pioneiros estudiosos da TN no início e meados do século XX. Desde então começou a ser aperfeiçoada por outros pesquisadores. Nos animais de companhia a Terapia Neural é uma relevante ferramenta no tratamento de diversas patologias. O tratamento descrito no relato de caso é focado na recuperação total das sequelas neurológicas causadas pela cinomose que é uma doença infectocontagiosa, causada por um RNA vírus e provoca no animal alterações neurológicas debilitantes. O objetivo deste trabalho foi demonstrar a efetividade da Terapia Neural em um animal com sequelas de cinomose”.

Autores: Bruna Aparecida Lima Gonçalves, Leonardo Rocha Vianna, Amanda Ladeia Fernandes, Ana Carolina Barros Teixeira, Kelly Pires do Amaral


Análise de efusão abdominal em felino suspeito de peritonite infecciosa

efusão abdominal , felino , peritonite viral

“A peritonite infecciosa felina é a patologia viral de maior mortalidade nessa espécie, acomete principalmente os que vivem em ambiente com grande densidade de animais e de vida livre, podendo ser diagnosticada tanto em animais domésticos como silvestres. O coranavirus felino é o agente etiológico, caracterizado por dois biotipos patológicos, apresentando duas formas sintomatológicas, a seca e forma úmida, sendo esta última a mais comum e letal, tendo como o principal sinal clínico a formação de líquido livre, podendo ser pleural ou peritoneal. A avaliação laboratorial da efusão na apresentação úmida da doença se faz importante para obtenção de um diagnóstico mais assertivo. O felino em estudo apresentou um quadro sugestivo da forma úmida da doença, com quadro de hipertermia, desidratação e discreta distensão abdominal. O exame ultrassonográfico mostrou a presença de efusão abdominal. Foi realizado a abdominocentese e a análise da efusão abdominal que revelou um líquido amarelo-claro, inodoro, turvo, com pH 8,0, proteico, com densidade de 1024. A citologia realizada através do esfregaço citológico da efusão evidenciou alta celularidade com presença predominante de neutrófilos, linfócitos e macrófagos ativados com eritrofagocitose, compatíveis com peritonite neutrofílica. O líquido ascítico foi classificado como exsudato, resultado positivo ao teste de Rivalta. Os achados laboratoriais encontrados neste estudo são compatíveis aos observados na forma efusiva do coronavírus felino, mostrando a importância da avaliação dos líquidos cavitários em felinos suspeitos de Peritonite Infecciosa Felina”.

Autores: Henrique Jorge Vieira Antunes Junior, Dina Regis Recaldes Rodrigues Argeropulos Aguino, Jaqueline Anes de Souza


Épulis periodontal em cães – aspectos macroscópico, histopatológico e citopatológico: quatro casos

boxer, cães, épulis fibromatoso periodontal, neoplasia , parasitologia

“Entre os locais mais acometidos pelas neoplasias em cães, estão os de cavidade oral e de faringe, destacando como mais frequentes o épulis e a papilomatose oral. As raças predispostas a esta patologia são o boxer e o Bull dog, sendo os animais do sexo masculino mais afetado. É uma patologia de caráter benigno localizados na gengiva próximo as dentes incisivos. No presente trabalho serão relatados quatro casos de épulis fibromatoso periodontal em cães machos, adultos, da raça boxer, diagnosticados entre 2010 a 2012, através da necropsia, no Laboratório de Patologia Animal do Hospital Veterinário de Uberaba. Clinicamente antes do óbito esses animais apresentavam sialorréia, dificuldade de se alimentar, perda de peso e halitose. Foi avaliado as características macroscópicas e celulares pela realização do histopatológico e citopatologia desta neoformação”.

Autores: Humberto Eustáquio Coelho, Tatiane Furtado de Carvalho, Letícia Oliveira Souza, Ana Paula Porto Romão, Flavia Maria Esteves Machado, Claudio Henrique Gonçalves Barbosa, Hélio Alberto


Avaliação sorológica de cães vacinados com vacinas comerciais contra leishmaniose visceral no município de Íuna-ES após um ano de vacinação

ELISA, leishmaniose tegumentar, leishmaniose visceral, vacina

“O município de Íuna-ES é classificado como região endêmica para leishmaniose tegumentar americana e fronteiriça com regiões endêmicas para leishmaniose visceral do Estado de Minas Gerais. Quatorze cães identificados com chips numéricos subcutâneo foram vacinados com uma vacina comercial contra leishmaniose visceral ao final do ano de 2014, com três doses da respectiva vacina e não sendo revacinados durante o ano 2015. Estes cães foram monitorados durante o ano 2015 e nenhum animal desenvolveu quadro clinico para leishmaniose visceral ou tegumentar. Foi realizado o teste de ELISA com o soro destes animais frente aos antígenos de Leishmania (Viannia) braziliensisLeishmania infantum chagasi e antígeno vacinal A2, e encontrou-se que 64,2% e 85,7% e 100% foram positivos frente aos respectivos antígenos. Assim também se conclui que pela técnica de ELISA indireta convencional com os antígenos utilizados não é possível diferenciar animais vacinados e animais assintomáticos, o que indica reação cruzada, pois os soros positivos para antígeno vacinal A2 também são positivos para antígenos de cultura de L. braziliensis e L. chagasi“.

Autores: Yuri Vieira Almeida, Laisa Savergnini Poleze, Ligia Isabelle Silva Souza, Marcos Santos Zanini

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