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A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de setembro! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção... 5 artigos mais acessados em setembro

A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de setembro! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção de nossos leitores.

Agradecemos a comunidade de pesquisadores e profissionais atuantes que fazem da nossa revista uma referência para as áreas de Medicina Veterinária e Zootecnia.


Prolongamento de palato mole – Estafilectomia: Relato de caso

Palato mole, ronco, dispnéia, síncope

“Considerada uma alteração primária nos cães braquicefálicos, o prolongamento do palato mole, pode ser observado em animais jovens, porém, é considerado um problema pouco diagnosticado na prática. Cães que apresentam o prolongamento podem ter desordens respiratórias, podendo um dos sinais clínicos ser a respiração abdominal e o ronco. A correção do prolongamento de palato se dá de forma cirúrgica, pelo procedimento denominado estafilectomia, que consiste na remoção da porção terminal do palato mole. O presente relato tem como objetivo apresentar o caso de um cão da raça Pug, de sete anos de idade, com histórico de roncos, desmaios e dificuldade respiratória que foi diagnosticado clinicamente como portador de tal síndrome. O animal foi submetido a uma cirurgia de exérese de porção caudal do palato mole. A recuperação cirúrgica foi rápida e a melhora do seu quadro clínico ficou evidente com menos de uma semana após a cirurgia.”.

Autores: Mariana Ferreira Franco, Waleska de Melo Ferreira Dantas, Tatiana Borges de Carvalho, Letícia Bergo


Boas práticas, gestão sanitária e bem estar animal na produção de ovinos e caprinos

“O potencial para consumo interno de carne ovina e caprina na região Sudeste do Brasil é enorme, em especial de produtos que atendam os preceitos de qualidade sanitária e denominação de origem. Para tanto, o objetivo deste trabalho é apresentar os conceitos fundamentais de Boas Práticas de Manejo, de Gestão Sanitária e de Bem-estar Animal, que executados em distintos sistemas de produção, visam que estes sejam sustentáveis. Boas Práticas de Manejo são técnicas e normas de conduta visando incrementar a produção animal, garantir segurança e qualidade da carne produzida, conquistar maior confiança e satisfação dos consumidores, melhorar as condições do meio ambiente e de saúde dos trabalhadores rurais e demais atores envolvidos. Gestão sanitária estratégica é alicerçada pelo Planejamento. O calendário zoosanitário, que é intrinsecamente relacionado e dependente do manejo reprodutivo, deve ser implantado para organizar os procedimentos adotados, principalmente para prevenir a ocorrência de enfermidades. Cada sistema de produção é único, com desafios e oportunidades próprias. Portanto, não existe um “calendário padrão” a ser preconizado indiscriminadamente para todos, pois cada sistema requer cuidadosa coleta de informações, análises e interpretações de profissional habilitado para elaboração do calendário anual de atividades. Bem-estar animal é o seu estado em relação às suas tentativas de adaptação ao ambiente, variando de um contínuo bom até o ruim, pois os animais criados com finalidade de produzir alimentos têm direito de sobreviver dignamente e, dessa forma, a produção tende a melhorar conforme melhores são as condições de vida do rebanho. Para tal, segundo a OIE, devemos garantir aos animais as “Cinco Liberdades”: psicológica, comportamental, fisiológica, sanitária e ambiental. O grande desafio da ovinocaprinocultura de corte brasileira é fornecer ao consumidor final uma carne de qualidade, com regularidade de oferta através da produção em escala e a um preço competitivo, oriunda de sistemas de produção sustentáveis”.

Autores: Carlos Frederico de Carvalho Rodrigues, João Elzeário Castelo Branco Iapichini, Daniela Pontes Chiebao, Fábio Henrique de Lima Gabriel


Mastocitoma de alto grau em um cão: relato de caso

cirurgia , quimioterapia , neoplasia

“O mastocitoma é um dos tumores malignos mais diagnosticados em cães. Sua apresentação cutânea é mais frequente, principalmente na derme e tecido subcutâneo, mais pode ocorrer também em conjuntiva, glândula salivar, nasofaringe, laringe, cavidade oral, trato gastrointestinal e coluna. Esta neoplasia tem um comportamento biológico variado e imprevisível, podendo apresentar desde um único nódulo de comportamento benigno até múltiplos nódulos metastáticos. Dentre todas as formas de graduar o mastocitoma, a que proporciona elevado nível de concordância é a classificação em baixo e alto grau. Para diagnóstico definitivo e melhor conduta terapêutica, se faz necessário à realização do exame histopatológico. O tratamento para o mastocitoma, vai depender da classificação histopatológica e o estadiamento clínico. A excisão cirúrgica é indicada para todos os mastocitomas e devem ter marges de segurança de no mínimo 3 cm. A quimioterapia é indicada para mastocitomas grau II, III ou alto grau e pode ser empregada com o objetivo de cito-redução ou como adjuvante à cirurgia. O prognóstico vai depender da localização, número de tumor e presença de ulceração. Objetivou-se com este trabalho, relatar um caso de mastocitoma de alto grau em um cão, da raça Pug, com três anos de idade com ênfase nos achados histopatológicos e conduta terapêutica”.

Autores: Lourival Barros de Sousa Brito Pereira, Homero Firmo Pessoa, Lucilo Bioni da Fonseca Filho, Natália Cyntia Alves Medeiros, Melissa Barbosa Pontes, Nicolli de Albuquerque Leal Gomes D’Alcantara, Jordy Diniz de Oliveira Lima, Gabriella Mignac Mendonça Wanderley, Júlio Cézar dos Santos Nascimento


Ocorrência da displasia coxofemoral em cães da raça Golden Retriever atendidos no Centro de Radiologia Veterinária no Rio de Janeiro

Displasia coxofemoral , golden retriever , exame radiográfico

“A displasia coxofemoral (DCF) é bastante freqüente em cães principalmente os de médio e de grande porte, é uma enfermidade poligênica de natureza quantitativa e multifatorial. A raça Golden Retriever é propensa a essa doença. Para a avaliação conclusiva é importante o parecer radiográfico correto e com alta qualidade técnica, além da confirmação da documentação. Os exames devem ser realizados em clínicas que obedeçam aos critérios da Federação Cinológica Internacional, onde o ângulo de Norberg é um importante dado para diagnóstico. Os dados apresentados neste trabalho referem-se aos anos de 2010 a 2015 e os resultados obtidos mostram que a maioria dos cães não apresenta a DCF, e entre os animais doentes a DCF leve do tipo C é a mais freqüente”.

Autores: Carolina Blaso Boehmer


Manejo nutricional para cães e gatos obesos

animal de estimação, doença, nutrição, tratamento

“A obesidade é uma das desordens nutricionais mais frequentes em cães e gatos. A doença é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal de forma sistêmica, acarretando em prejuízos secundários para a saúde do animal. Entre as causas da obesidade estão fatores como raça, espécie, pré-disposição genética, nutrição, castração, utilização de alguns medicamentos, mas também se deve à mudança no hábito de vida dessas espécies que ao passar do tempo foram tornando-se cada vez mais sedentárias. Por se tratar de um distúrbio nutricional, a adoção de um manejo nutricional é essencial no tratamento da doença, pois o balanceamento adequado de nutrientes como proteínas, lipídeos, carboidratos, fibras e a umidade do alimento, funcionará de forma reguladora no organismo do animal. Associado à um manejo nutricional adequado, a instituição de um programa de atividades físicas para reduzir o sedentarismo dos animais é de suma importância para auxiliar a perda de peso de maneira saudável e sem riscos à saúde do animal. Deste modo, pode-se afirmar que fornecer uma alimentação saudável e equilibrada a estes animais é a principal forma de controle da obesidade, portanto, é importante conhecer o papel de cada nutriente no tratamento, bem como a viabilidade da utilização de alimentos prontos disponíveis no mercado”.

Autores: Lucas Pereira de Souza Silva, Ronaldo César Hoog Nora Júnior, Cinthia Maria Carlos Pereira, Verônica Maria Pereira Bernardino

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