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5 artigos mais acessados em janeiro 5 artigos mais acessados em janeiro
A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de janeiro! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção... 5 artigos mais acessados em janeiro

A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de janeiro! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção de nossos leitores.

Agradecemos a comunidade de pesquisadores e profissionais atuantes que fazem da nossa revista uma referência para as áreas de Medicina Veterinária e Zootecnia.


Analgesia farmacológica em pequenos animais

AINE, anestesiologia, dor, nocicepção, opioides

“A dor é conhecida como o quinto sinal vital, e é de suma importância saber reconhecer seus sinais, uma vez que os animais não têm condições de verbalizar onde dói e como é esta dor. Classificá-la por meio de escalas de dor já disponíveis na medicina de pequenos animais, é essencial, para aí então, após mensurar e classificar esta dor, administrar um fármaco que possa gerar a analgesia. A dor pode ser classificada ainda, pelo tempo de duração, ou seja, aguda ou crônica, ou pela intensidade, fraca, moderada ou severa. As classes de fármacos mais utilizados para o controle da dor são as que possuem potencial analgésico, como os anti-inflamatório não esteroidais (AINES), opioides, corticosteroides, analgésicos antipiréticos, anestésicos locais, antagonista de receptores NMDA, miorrelaxantes, agonistas dos receptores α-2 adrenérgicos, anticonvulsivantes e antidepressivos. A Associação de duas ou mais classes de fármacos chamada de multimodal, também é utilizada, para desta forma gerar uma sinergia entre os fármacos e desta forma provocar uma melhor analgesia. Esta revisão tem por objetivo abordar e esclarecer a farmacologia analgésica em pequenos animais. Uma analgesia bem realizada colabora para recuperação no pós operatório, além de proporcionar maior conforto para os animais e desta forma reestabelecendo as liberdades que regem o bem estar animal”.

Autores: Rogério Romeu, Rochelle Gorczak, Marilia Avila Valandro


Estase e obstrução gastrointestinal em coelhos domésticos (Oryctolagus cuniculus): revisão

anorexia, dor, gastrointestinal, hipomotilidade, lagomorfo, peristaltismo

“Com o crescente número de coelhos como animais de estimação, os chamados pets não convencionais, é de extrema importância que o médico veterinário esteja a par das principais afecções desses animais, bem como o seu manejo alimentar e ambiental. Estase e obstrução gastrointestinal são algumas das principais doenças que afetam esse animal, caracterizadas pela diminuição ou ausência dos pellets fecais, anorexia, dor abdominal, desconforto à palpação, sendo consideradas emergenciais, requerendo rapidez no atendimento, no diagnostico diferencial, pois demonstram sinais iguais e tratamentos diferentes, e na terapia a ser instituída, podendo ser um desafio para o médico veterinário, pois tem o tratamento complexo e resposta terapêutica lenta. Esta revisão teve como objetivo abordar sobre a estase e a obstrução gastrointestinal em coelhos domésticos.”

Autores: Natália Pitanguy de Almeida Meneses, Leonardo Toshio Oshio, Anna Marcella Neves Dias


Foliculite furunculose – relato de caso 

piodermite, profunda, pastor alemão, pit bull

“A foliculite furunculose é uma piodermite profunda acometida comumente por Staphylococcus pseudointermedius. É uma doença caracterizada em raças puras de Pastores e em cães mestiços e de outras raças de pastoreio, como Dálmatas e Bull Terrier. Não se sabe definir a causa da infecção; acredita-se que haja predisposição genética e uma imunodeficiência celular de linfócitos T que muitas vezes atrelada a fatores agravantes pioram o quadro. O diagnóstico se baseia em exame físico, histórico, raça, idade do animal, e também achados de exame citológico e histopatológico. Para o tratamento do quadro, faz-se necessário o uso de antimicrobianos e anti-inflamatórios, associados à terapia tópica. O trabalho objetiva relatar as alterações encontradas e o protocolo terapêutico de um distúrbio identificado em um animal da raça Pit bull, que condiz com alterações de uma foliculite furunculose caracterizada mundialmente apenas na raça Pastor Alemão”.

Autores: Camila Lozano da Silva, Rafael Teixeira Rolan


Síndrome do granuloma lepróide em um cão na cidade de Pelotas: Relato de caso

citológico, clínica, histopatológico, lepra, tratamento

“A Síndrome do granuloma leproide canino é uma enfermidade incomum de etiologia micobacteriana, provavelmente subdiagnosticada. Clinicamente, as lesões cutâneas ocorrem preferencialmente em regiões mais susceptíveis a picadas de insetos, como orelhas e cabeça. Na maioria dos casos relatados, os cães acometidos apresentam bom estado geral de saúde e é encontrado como um achado clínico, sem envolvimento de outros órgãos. O diagnóstico pode ser bastante sugestivo pelo padrão racial. Porém, a confirmação do diagnóstico deve ser realizada através de biópsia ou histopatologia. Na maioria dos casos a citologia aspirativa por agulha fina é o exame de escolha, pela praticidade, rapidez e segurança. A maioria dos casos são auto-limitantes e regride espontaneamente entre um e três meses após o aparecimento inicial, mas geralmente cursam com infecção cutânea crônica, localizada ou generalizada. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho é relatar o caso de um cão com diagnóstico definitivo de síndrome do granuloma lepróide canina na cidade de Pelotas, esclarecendo as condutas feitas com o paciente desde o atendimento até o regresso da lesão localizada”.

Autores: Francisco de Assis Araújo Camelo Júnior, Caroline Castagnara Alves, Maria Gabriela de Mello Fonseca, Mateus de Azevedo Soares, Maurício Andrade Bilhalva, Risciela Salardi Alves de Brito


Uso de Thuya occidentalis no tratamento da Papilomatose oral canina 

Papilomatose, vírus, couve-flor, Thuya occidentalis

“A Papilomatose canina é uma doença causada por um vírus não envelopado do gênero Papillomavírus. A forma oral é a apresentação mais comum da doença e desenvolvem-se como verrugas semelhantes à couve-flor. O presente trabalho tem como objetivo relatar o sucesso terapêutico com o uso de Thuya occidentalis 30CH durante 30 dias em um caso de papilomatose oral canina, não havendo recidiva até o presente momento (8 meses).”

Autores: Raphael Nikolas Lira, Marthin Raboch Lempek, Paulo Vinícius Tertuliano Marinho, Camila de Castro Neves, Heitor Remonti Trombini

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