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5 artigos mais acessados em março 5 artigos mais acessados em março
A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de março! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção... 5 artigos mais acessados em março

A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de março! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção de nossos leitores.

Agradecemos a comunidade de pesquisadores e profissionais atuantes que fazem da nossa revista uma referência para as áreas de Medicina Veterinária e Zootecnia.


Ação do cloreto de benzalcônio frente ao vírus de influenza e Newcastle

bioseguridade, clotero de benzalcônio, viricida

“O cloreto de benzalcônio é um desinfetante catiônico com atividade surfactante e efeito bactericida sobre bactérias Gram positivas, Gram negativas, fungicida e viricida para vírus envelopados e pertence ao grupo dos compostos de quaternário de amônia, amplamente utilizados em avicultura. Neste estudo foi avaliado a ação do cloreto de benzalcônio, um quaternário de amônia de primeira geração, frente aos vírus de Influenza H1N2 e vírus de Doença de Newcastle’ na diluição de 1:1000, sem adição de matéria orgânica e tempo de contato de 15 minutos. O ensaio demostrou eficácia do Germon 50® frente aos vírus de Influenza H1N2 e Doença de Newcastle sem exercer efeito tóxico para o embrião”.

Autores: Rogério Frozza, Cesar Bado, Ana Serapião Caselles


Bem-estar animal na suinocultura: Revisão

estresse, comportamento, consumidor, rastreabilidade

“A suinocultura brasileira está entre os dez maiores exportadores de carne; porém, enfrenta inúmeros desafios, dentre eles destaca-se o bem-estar animal, devido ao alto valor de investimentos em tecnologias, manejo e instalações para a promoção das estratégias de bem-estar conforme acordado com a União Europeia. Desta forma, a avaliação de bem-estar na suinocultura se dá por meio do comportamento, das respostas fisiológicas que apresentam quando saem de sua zona de conforto, além da avaliação pela produção, reprodução e sanidade. A mudança comportamental do consumidor vem incentivando a tecnificação do pecuarista, fazendo com que o setor produtivo nos últimos anos sofresse transformações na busca de produtos de melhor qualidade, responsabilidade social e sustentabilidade. De forma geral, os indicadores utilizados para mensurar o bem-estar dos suínos podem ser encontrados no animal e no ambiente. Se o ambiente não proporcionar conforto será visto por algumas mudanças comportamentais como estereotipias. O manejo da granja até o abate é fundamental para reduzir boa parte do estresse e das lesões sofridas pelos animais. As perdas causadas por problemas relacionados ao bem-estar chegam a 0,15% dos animais desembarcados nos frigoríficos, esse percentual representa perdas bem significativas anuais. Na suinocultura, o bem-estar animal deve ser observado nas diferentes fases de produção: maternidade, creche, crescimento e terminação. Portanto, o objetivo desta revisão bibliográfica foi levantar estudos sobre os indicadores de bem-estar e fatores estresanted nos suinos. A pesquisa inferiu que o Brasil ainda pode avançar no quesito manejo, instalação e tecnologias aplicadas para promoção do bem-estar dos suínos.”

Autores: Andria Tavares Galvão, Alanna do Socorro Lima da Silva, Adcléia Pereira Pires, Adria Fernanda Ferreira de Morais, Jonival Santos Nascimento Mendonça Neto, Hierro Hassler Freitas de Azevedo


Sistemas agroflorestais como alternativa agroecológica: Revisão

agroecologia, culturas agrícolas, propriedade rural, sustentabilidade

“O objetivo nesse trabalho é explorar o potencial de implantação e enriquecimento de um sistema agroflorestal (SAF) em uma propriedade de base agroecológica, no munícipio de Santarém, implementado com técnicas e arranjos especiais para se obter aumento da produtividade e biodiversidade, consequentemente produzindo de maneira consciente e agredido menos o ecossistema local. As florestas que recobrem o planeta apresentam grande riqueza vegetal, com diversos efeitos benéficos sobre o clima e recursos hídricos, resultando da grande biomassa e da fixação de carbono. Através dos SAF´s criam-se diferentes estratos ou andares vegetais, procurando imitar uma floresta natural, onde as culturas agrícolas e vegetação influenciam no processo de ciclagem de nutrientes e no aproveitamento da energia solar são considerados os elementos estruturais básicos e principais para a estabilidade do sistema. Dessa forma, a implantação de sistemas agroflorestais em propriedades rurais pode maximizar a escala produtiva em pequenas áreas, ampliando os processos físicos, químicos e biológicos nos agroecossistemas, onde o sistema agroflorestal foi implantado”.

Autores: Éder Bruno Rebelo da Silva, Welligton Conceição da Silva, Eudilene Dalet Vitor de Sousa, Ana Paula da Cruz Gato


Hipovitaminose A em tigre dágua (Trachemys dorbignyi): Relato de caso

animais silvestres, deficiência de vitaminas, alimentação réptil

“A hipovitaminose A é um desequilíbrio nutricional que ocorre em diversas classes animais, uma delas é a dos répteis devido ao erro de manejo alimentar. O betacaroteno é um carotenoide, o precursor mais importante da vitamina A e é encontrado em vegetais. Os répteis não absorvem bem o betacaroteno, por isso ele deve ser um componente da dieta. A vitamina A tem o papel importantíssimo de manter o tecido epitelial de todo organismo. Os sinais clínicos decorrentes desse desequilíbrio nutricional em testudíneos são: metaplasia escamosa, hiperqueratose dos epitélios respiratório e ocular, abscesso aural, blefaroedema, descamação da carapaça. O diagnóstico é feito basicamente através dos sinais clínicos, histórico alimentar e responsividade ao tratamento. O tratamento instituído é a aplicação de doses elevadas de vitamina A, juntamente com manejo nutricional adequado. Esse presente relato descreve o caso de um tigre d’água (Trachemys dorbignyi), de 23 anos de idade, atendido na Clínica Veterinária Refúgio Silvestre em Goiânia, apresentando blefaroedema, descamação de carapaça, ataxia, incoordenação motora, letargia, dificuldade de locomoção. Após todo um protocolo terapêutico instituído, o animal não respondeu ao tratamento e veio à óbito depois de 11 dias de internação. Este relato de caso tem como objetivo mostrar a importância dos manejos nutricional e ambiental na qualidade de vida dos pets silvestres e exóticos”.

Autores: Mariene Galvão Pereira, Bruno Ferreira Carneiro, Marina Mendonça de Miranda, Luciana Batalha de Miranda Araújo


Potencial antimicrobiano do ozônio: aplicações e perspectivas em medicina veterinária

agente oxidativo, desinfecção, inativação bacteriana, ozonioterapia, ozonização

“Com o surgimento de novos micro-organismos resistentes à antimicrobianos e desinfetantes, intensificou-se a busca por métodos alternativos, que sejam eficientes na destruição microbiana e ambientalmente sustentáveis. O ozônio surge nesse cenário pelo seu elevado potencial oxidativo, sendo eficaz na inativação e destruição de bactérias, vírus, fungos e até mesmo em parasitos. É utilizado como desinfetante em diversos ramos industriais, no tratamento de águas residuais e, recentemente, tem sido investigado sua aplicabilidade em medicina veterinária. Atividades experimentais demonstram seu elevado potencial antibacteriano na terapêutica veterinária, como método de desinfecção de ambientes nos diferentes segmentos de produção animal, no tratamento de água na atividade aquícola e, na inocuidade de alimentos, aumentando a segurança de alimentos de origem animal”.

Autores: Eduardo de Paula Nascente, Sarah Rodrigues Chagas, Andréia Vanessa Cândida Pessoa, Moema Pacheco Chediak Matos, Maria Auxiliadora Andrade, Lívia Mendonça Pascoal

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