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5 artigos mais acessados em abril 5 artigos mais acessados em abril
A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de abril! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção... 5 artigos mais acessados em abril

A Pubvet elaborou uma lista com os cinco artigos mais lidos no mês de abril! Aproveite para conhecer o que mais chama a atenção de nossos leitores.

Agradecemos a comunidade de pesquisadores e profissionais atuantes que fazem da nossa revista uma referência para as áreas de Medicina Veterinária e Zootecnia.


Aspectos epidemiológicos, patológicos e clínicos da tripanossomíase “Mal do coito”

doença venérea, equídeos, protozoose, reprodução

“A enfermidade conhecida como “Mal do coito” ou “Durina” apresenta uma ampla distribuição geográfica. Apesar de já erradicada em alguns países, ainda afeta animais em diversas regiões do planeta. Causada por um protozoário do gênero Trypanosoma, espécie Trypanosoma equiperdum, acomete principalmente equinos, asininos e muares e é responsável por surtos com mortes de animais em várias partes do mundo. A transmissão ocorre de forma direta no momento da cópula entre animais infectados. De difícil diagnóstico e tratamento, a prevenção ainda é a melhor forma de se evitar a doença no plantel. A profilaxia é feita através do isolamento das áreas contaminadas e dos reprodutores portadores da doença. O presente estudo teve por objetivo fazer uma abordagem sobre os aspectos epidemiológicos, patológicos e clínicos da tripanossomíase “Mal do coito”.

Autores: Renan Paraguassu de Sá Rodrigues; Marina Pinto Sanches; Leticya Lorrayne da Silva Soares; Maria Angélica Parentes da Silva Barbosa; Laecio da Silva Moura; Ronielle Pereira Ribeiro de Sousa; Gerson Tavares Pessoa


Mieloencefalite protozoária equina (Sarcocystis neurona e Neospora hughesi): Revisão

encefalomielite, epidemiologia, neosporose, parasitismo, sarcosporidiose

“A Mieloencefalite Protozoária Equina é uma doença que acomete os equinos e asininos pela ocorrência e formação de cistos na medula espinhal e sistema nervoso central de merozoítos de Sarcocystis neurona e Neospora hughesi. De maneira geral, equinos são hospedeiros intermediários acidentais de S. neurona quando ingerem oocistos liberados nas fezes de gambás (Didelphis spp.) que são os hospedeiros definitivos. Embora a ocorrência e associação da doença já tenham sido feita com N. hughesi, a biologia e transmissão do agente não são totalmente esclarecidos, embora devam se assemelhar a Neospora caninum. O quadro clínico em equinos cursa com sintomatologia de ordem neurológica e o prognóstico não é favorável. Alguns casos da doença já foram descobertos na mesorregião do Sudoeste Goiano, embora os dados não tenham sido publicados, o que tem chamado a atenção de médicos veterinários e pesquisadores da região. Sendo assim, o objetivo deste trabalho de conclusão de curso é fazer uma revisão sobre a Mieloencefalite Protozoária Equina, explicando aspectos de etiologia, biologia, epidemiologia, patogenia, sinais clínicos, diagnóstico, tratamento e prevenção da doença.”

Autores: Severino Ernesto Rezende Vilela, Priscila Gomes de Oliveira, Cecília Nunes Moreira, Klaus Casaro Saturnino, Marco Antônio de Oliveira Viu, Débora da Silva Freitas Ribeiro, Dirceu Guilherme de Souza Ramos


Fatores antinutricionais de importância na nutrição animal: Composição e função dos compostos secundários

fitato, gossipol, ligninas, taninos, saponinas

“Os fatores antinutricionais são substâncias que mesmo em estado vestigial, reduzem ou impedem a utilização de um elemento nutritivo. Estes fatores antinutricionais, em sua maioria são metabólitos secundários, que podem ser definidos como compostos que não têm papel reconhecido na manutenção de processos vitais fundamentais da planta que os sintetizam, em contrapartida, têm um papel importante na interação da planta com seu meio ambiente. Fatores antinutricionais normalmente não são vistos com “bons olhos”. Apesar de a denominação fatores antinutricionais remeter apenas às características “ruins” dessas substâncias, vale lembrar que elas não são responsáveis apenas por gerar efeitos adversos. Pelo contrário, praticamente todas elas, senão todas, são capazes de conferir, também, possíveis efeitos benéficos ao organismo animal. Alguns compostos fenólicos de maior representatividade na alimentação animal, são; taninos, ligninas e gossipol. Entretanto também existem as saponinas, mimosinas, fitato, lectinas, inibidores de protease e glicosídeos cianogênicos. Todos presentes nas plantas, cada um com sua particularidade que serão explanadas ao longo desta revisão”.

Autores: Carla Giselly de Souza, Andrezza Kyarelle Bezerra de Moura , Jennifer Nandes Pereira da Silva, Kilmer Oliveira Soares, Joelma Vasconcelos Celestino da Silva, Priscylla Carvalho Vasconcelos


Corticoterapia em um cão com choque séptico não responsivo a vasopressores: Relato de caso

cães, corticosteroides, insuficiência adrenocortical

“O choque séptico, consequência de um quadro de sepse grave com hipotensão não responsiva a reposição volêmica, apresenta-se de forma bastante comum em medicina veterinária, e sua ocorrência pode vir consorciada com deficiência absoluta ou relativa de hormônios corticosteroides, sendo assim necessária a reposição destes. Um cão foi atendido no Hospital Veterinário em choque séptico, iniciou-se a terapia com solução cristaloide, seguida de vasopressores, não havendo melhora no quadro do animal. Vinte e quatro horas após o início deste tratamento, optou-se pela administração de hidrocortisona, observando em seguida melhora gradual nos parâmetros hemodinâmicos. Após 3 dias de uso da hidrocortisona, observou-se uma melhora significativa no quadro clínico do animal. Assim, conclui-se que o uso de corticoide pode ser necessário em quadro de choque séptico não responsivo a vasopressores”.

Autores: Breno Curty Barbosa, Fernanda dos Santos Alves, Nathália das Graças Dorneles Coelho, Paula Costa de Oliveira Pinto, Suzane Lilian Beier, Patrícia Maria Coletto Freitas


Imunodeficiência viral felina: Relato de caso

animal, doença, infectado

“O objetivo do trabalho é mostrar o desempenho do tratamento paliativo da Imunodeficiência Viral Felina – FIV e sua capacidade de recuperar a qualidade de vida dos animais que foram acometidos pela doença. Desta forma foi realizado um relato de caso de um animal atendido no Hospital Veterinário Universitário – HVU de Teresina – PI, um gato, macho, SRD, de 2 anos de idade, pesando 6 kg. O proprietário relatou que há uma semana o abdômen do animal aumentou de tamanho, o mesmo apresentava normodipsia, normofagia, alimentação a base de ração e frango, não soube informar se o animal estava urinando ou como estava as fezes, vermifugação atrasada, vacinado contra raiva, não castrado, com acesso à rua, convive com um jaboti, dois cães, três gatos filhotes todos saudáveis. No dia 03 de setembro de 2017 o animal retornou ao HVU – UFPI, com o resultado de todos os exames, tendo o animal reagido positivo no teste para detecção de anticorpo “FIV”. Assim como outras doenças causadas por retrovírus, a imunodeficiência felina não tem cura, por isso é essencial que se dedique na prevenção desta enfermidade. Animais infectados devem ter cuidados redobrados para que os mesmos continuem vivendo normalmente, com qualidade de vida e bem-estar. A doença não deve ser tratada como um atestado de óbito, devendo lembrar sempre que mesmo não existindo cura, o tratamento paliativo é uma alternativa para zelar a vida desses animais”.

Autores: Sávio Matheus Reis de Carvalho, Wenderson Rodrigues de Amorim, Isael de Sousa Sá, Eveny Silva de Melo, Marina Pinto Sanches, Gilmara Muniz Baima, Italo Carlos Rodrigues da Silva, Caike Pinho de Sousa, Gabrielle da Silva Miranda, Antônio Augusto Nascimento Machado Junior

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