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A importância do protocolo de vacinação para o seu pet: vacinas essenciais A importância do protocolo de vacinação para o seu pet: vacinas essenciais
Por Emesson Bastos Lopes Unidade Regional Brasileira de Educação UNIRB, Barreiras – BA E-mail: emessonbastos@hotmail.com As vacinas do seu pet estão em dia? Se... A importância do protocolo de vacinação para o seu pet: vacinas essenciais

Por Emesson Bastos Lopes
Unidade Regional Brasileira de Educação UNIRB, Barreiras – BA
E-mail: emessonbastos@hotmail.com

As vacinas do seu pet estão em dia? Se sim, parabéns! Prevenir é um ato de amor.

O protocolo de vacinação inicial é de suma importância para o animal adquirir imunidade contra uma gama de doenças. Denominada como essencial, a vacina múltipla viral imuniza animais contra várias patologias: nos cães, o vírus da cinomose canina, adenovírus canino e as variantes da leptospirose e do parvovírus canino tipo 2; nos gatos, há proteção contra panleucopenia, rinotraqueite, calicivírus, clamídia e leucemia felina. Tratam-se de doenças de grande importância devido a sua alta morbidade e mortalidade.

Para cães as apresentações de vacinas mais encontradas no mercado são as V8 e V10, enquanto para gatos podem ser encontradas a V3, V4 e V5, sendo que os anticorpos presentes em cada vacina são específicos para cada espécie.

O protocolo vacinal é de critério do médico veterinário, podendo variar de profissional para profissional. Na rotina clínica, o protocolo inicial mais utilizado é com o intervalo de 21 dias a cada reforço.

Tanto nos cães quanto nos gatos o protocolo de vacinação inicial começa a partir dos 45 dias de vida; as apresentações das vacinas são diferentes, assim como as doses de reforço, sendo necessária apenas uma dose no gato e duas doses no cão. A partir daí, exigem-se apenas reforços anuais.

A partir dos quatro meses de idade, deve ser administrada a vacina antirrábica, obrigatória em todo o território nacional.

Todas as vacinas, sem exceção, podem causar efeitos colaterais, denominados hipersensibilidade ou alergia, podendo aparecer minutos após sua administração. Entre os efeitos, mal-estar, letargia, febre, inapetência e dor no local da aplicação representam os mais comuns: são eventos adversos benignos e em geral transitórios que podem ocorrer no animal. Para sintomas leves, pode ser administrada 1 gota de dipirona por quilograma, de 8 em 8h, via oral. Caso os sintomas persistirem ou forem diferentes dos citados, deve ser consultado o médico veterinário.

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